A prática de atividades físicas tem se tornado cada dia mais comum e atraído muitos praticantes. Isto é bastante positivo devido à contribuição que traz para a saúde dos indivíduos que mantêm essa regularidade. Cada vez mais vemos pessoas na prática de caminhadas, corridas, pedaladas, academia, crossfit, exercícios funcionais, natação entre outros esportes que geram uma carga de alta intensidade, boa taxa de queima calórica e bons resultados a médio e curto prazos.
O que a maioria das pessoas não tem costume de fazer é procurar um médico cardiologista para realizar exames de Eletrocardiograma, Doppler ou até mesmo um teste de Esteira Ergométrico. Com o resultado destes exames é possível diagnosticar o nível de condicionamento físico do indivíduo e determinar como será sua prática da atividade física dentro de um nível de intensidade que não lhe ofereça riscos à saúde.
Esses dados são muito importantes para a progressão e evolução do condicionamento físico e a busca por melhores tempos e bons resultados, principalmente das atividades aeróbias. Uma das metodologias de treinamento que abordei no post anterior diz respeito aos treinos por zonas de frequência cardíaca. Ter os dados sobre a sua FCM (frequência cardíaca máxima), facilta criar um planejamento dos treinos baseados nas zonas de frequência corretas para cada tipo de objetivo.
O uso de cintas cardíacas acompanhadas de relógios ou smartphones que fazem essas leituras e registram no aplicativo são muito frequentes e podem ser acompanhadas tanto pelo praticante da atividade física quanto pelo seu médico, treinador ou educador físico e até mesmo pela nutricionista. Tudo isso parece muito profissional e distante das pessoas comuns mas hoje a tecnologia oferece inúmeras facilidades para que cada vez mais se tenha o controle do organismo e se possa ter uma qualidade de vida sem riscos à saúde.

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